
mais de 60% de brasileiros preferem Lula presidente
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mais de 60% de brasileiros preferem Lula presidente
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Bacamarteiro de Santa Rita e sua companheira Sempre que olho fotografias de gente, vem a tona uma pergunta: o que ele, ela ou eles estavam pensando naquele momento? Há circunstancias em que o gesto, a expressão facial ou o olhara, tornam as palavras inúteis.
ADENOR GONDIM
Essa série Geladeira a do Diário da Odalisca é muito legal,
vale a pena ver, vai lá!
Rodrigo Gurgel
Quando um político membro do Opus Dei sobe ao poder, as sombras da sacristia se misturam aos bastidores do palácio, os escritos de José Maria Escrivá são lidos antes da Constituição, aguarda-se o consentimento dos padres para se assinar um decreto e a defesa dos direitos civis se submete à moral católica. Talvez isso sirva a alguns, mas não à maioria.
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André Cintra e Priscila Lobregatte
O suicídio da grande mídia, o clima de macarthismo, a mediocridade administrativa de Alckmin, o poder dos blogs. Confira agora a entrevista feita pelo Vermelho com um dos maiores jornalistas brasileiros.
Ontem fui palestrar para uma platéia de estudantes da Escola Superior de Comunicação e Marketing. Auditório lotado, havia ali umas duzentas pessoas. Alunos, professores, penetras. Lá pelas tantas, convidei a levantarem o braço aqueles que já leram algum livro de Fernando Henrique Cardoso. Não se ergueu um único, escasso braço.
pescado no blog do Mino

(…) No entanto, não se deixe enganar, meu filho. Muitos acham que felicidade consiste em ter alguma coisa, em conquistar algo no mundo, e medem sua vitória pessoal pela quantidade de trófeus materiais que alcançam. Não se iluda. O mundo está repleto de gente que, embora cheia de conquistas, encontra-se vazia de felicidade. A pessoa mais feliz não é aquela que tem mais; é a que menos necessidade tem. Por essa razão, aprenda urgentemente a simplificar sua vida, e assim descobrirá a felicidade verdadeira – disfarçada de simplicidade. (…)
Trecho do livro que estou lendo, Alforria, libertação do cativeiro da alma… Robson Pinheiro pelo espírito Pai João de Aruanda
A prefeitura de Nova York tem planos para implantar um programa de transferência condicionada de renda semelhante ao Bolsa Família. O objetivo é combater a pobreza de 1,5 milhão de pessoas que vivem numa das maiores cidades do mundo. A sugestão partiu do próprio prefeito, Michael Bloomberg, que se baseou em documento divulgado no mês passado pela Comissão Anti-pobreza da cidade, informa o Ministério do Desenvolvimento Social.
O prefeito Bloomberg já solicitou que o Banco Mundial desenvolva o programa fundamentado nas experiências da América Latina, incluindo o Programa Bolsa Família do Brasil. Em Nova Iork , a política deverá atender crianças menores de 5 anos, jovens e pobres que trabalham mas recebem baixos salários. Uma comissão terá 60 dias para emitir parecer sobre a sugestão.
Bolsa Família é o maior programa de transferência condicionada de renda do país, beneficiando 11,1 milhões de famílias brasileiras com renda mensal de até R$ 120,00 por pessoa. Para ter direito ao beneficio, as crianças de até 15 anos devem freqüentar pelo menos 85% das aulas e a família precisa cumprir cuidados básicos em saúde: vacinação e acompanhamento pré-natal de gestantes e mães.
De Mauro Carrara
Quase perfeitíssimo truão,
Primeiramente, atente ao substantivo, e não desconfie de insulto. Os bobos da corte são, historicamente, mais que promotores de fuzarca ou desvalidos a serviço do entretenimento. Os realmente talentosos urdiam na teia das anedotas a crítica a seus senhores monarcas, traduzindo pela ironia a bronca popular.
Era o caso do ácido e desengonçado Triboulet, vosso patrono, uma espécie de grilo falante capaz de estimular as consciências de Luís XII e Francisco I. Tantos outros venceram no ofício, como o impagável Cristobal de Pernia, uma espécie de conselheiro extra-oficial de Felipe IV.
Neste Brasil da pós-modernidade globalizante, el rei Dom Fernando Henrique Cardoso reviveu a bufonaria. No entanto, empregou-a de modo diverso, quase sempre como dissimulação hilariante para desviar atenções de sua ética de conveniência mercantil, tão bem definida por Dom José A. Gianotti, seu filósofo e encanador.
O ex-monarca utilizou ainda sua trupe de falastrões para promover a alienante festa pública sugerida por Maquiavel. Portanto, nunca é exagero te parabenizar pelo empenho profissional. Há anos, na ribalta televisiva, te devotas a divertir e iludir os “psites do sofá”, mesmo depois que o tiranete a quem servias foi apeado do trono. Sempre diligente, conclamas e incitas, rebolando patranhas tal qual histriônico cabo de esquadra do restauracionismo.
Recentemente, contudo, causou-me espanto tua fúria salivante para edulcorar a participação do embusteiro Geraldo Alckmin no embate contra o grisalho herói de todos os sertões.
ele não foi
( Mas nada adiantaria… Ele poderia ter reconhecido sua filha enquanto ela tinha saúde e vida… agora, ‘meu rei’ só na próxima encarnação…
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