Por André Azevedo da Fonseca
A mais divertida lenda urbana erguida sobre os escombros do World Trade Center.

Por André Azevedo da Fonseca
A mais divertida lenda urbana erguida sobre os escombros do World Trade Center.

Os pós-modernistas também tendem a aceitar uma teoria bem diferente quanto à natureza da linguagem e da comunicação. Enquanto os modernistas pressupunham uma relação rígida e identificável entre o que era dito (o significado ou “mensagem”) e o modo como estava sendo dito (o significante ou “meio”), o pensamento pós-estruturalista os vê “separando-se e reunindo-se continuamente em novas combinações”. O “desconstrucionismo” (movimento iniciado pela leitura de Martin Heidegger por Derrida no final dos anos 60) surge aqui como um poderoso estímulo para os modos de pensamento pós-modernos. O desconstrucionismo é menos uma posição filosófica do que um modo de pensar sobre textos e de “ler” textos. Escritores que criam textos ou usam palavras o fazem com base em todos os outros textos e palavras com que depararam, e os leitores lidam com eles do mesmo jeito. A vida cultural é, pois, vista como uma série de textos em intersecção com outros textos, produzindo mais textos (incluindo o do crítico literário, que visa produzir outra obra literária em que os textos sob consideração entram em intersecção livre com outros textos que possam ter afetado o seu pensamento). Esse entrelaçamento intertextual tem vida própria; o que quer que escrevamos transmite sentidos que não estavam ou possivelmente não podiam estar na nossa intenção, (…)
David Harvey
pescado do HD
“Caro Luis Nassif
O que vou escrever não deve ser de certo uma novidade para você, que tem um amplo conhecimento de aparentemente tudo de importante… (verdade quando disse que quero ser igual à vc quando “crescer”…)
Trabalho há 16 anos em saúde pública, sou médica, e ando absolutamente escandalizada com a relação entre a indústria farmacêutica e os médicos.
Eu e um colega que estivemos no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, ficamos abismados com a promiscuidade atual (?).
Para teres uma idéia, médicos recebem por fora, grana sobre as próteses ortopédicas/neuro-cirúrgicas que colocam, causando às vezes mudança de conduta por isso. E é só um exemplo.”
Leia o texto completo que pesquei no blog do Nassif
“Entre o Otávio [Frias Filho, diretor da Folha de S.Paulo] e o Roberto [Civita, diretor da revista Veja] é um páreo duro para ver quem é o mais imbecil”.Mino Carta, editor da revista Carta Capital.
Essa série Geladeira a do Diário da Odalisca é muito legal,
vale a pena ver, vai lá!

Comentários