Pela janela, o humano

“Rapaz com cabelo desgrenhado, camiseta de time encardida, calça na canela com a barra desfiada, tênis sujo.
Não sei se é trabalhador, desocupado, sem teto…
Sei que é um bom ser humano, porque da janela do ônibus eu o vi ajudando um cego a atravessar a rua.
E ele me lembrou porque ainda mantenho a Fé na humanidade.
A vida é assim: às vezes nos leva a vê-la como uma tapeçaria velha, suja e desbotada; mas quando se presta atenção, percebe que ela conserva beleza em alguns detalhes!”

Denise Blumer Cirne

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