A agenda da privatização morreu?

Um de seus formuladores na área econômica, o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros (ex-ministro das Comunicações do governo FHC e um dos principais articuladores do processo de privatizações no setor) também permanece à sombra na campanha tucana. Alckmin diz que não vai privatizar. Vejamos o que diz Mendonça de Barros:

”O governo já deveria pensar na privatização da Petrobras, seguindo a mesma lógica adotada no sistema Telebrás” (em palestra proferida na Abamec, em São Paulo, no final do segundo governo FHC). ”Há muita coisa ainda (a privatizar), como os serviços portuários, as estradas de rodagem, o setor elétrico, a Petrobras” (em recente entrevista à revista Exame). “…se eu estivesse no próximo governo, trabalharia forte na privatização da Petrobras. Esse não é um projeto simples. Tem de ser muito bem estudado, muito bem planejado. Mas acho que deveríamos quebrar esse monopólio que hoje não se justifica. Privatizar ou não é uma questão que tem de ser avaliada de maneira objetiva, não ideológica. Não tenho nada contra a empresa pública, mas quando a empresa pública não tem mais razão de existir, ela precisa ser extinta, e o negócio, vendido para a iniciativa privada”. Se esse é o ideário tucano para o Estado, por que tanto esforço em escondê-lo?

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